A STORY THAT STARTED IN A DISTANT PAST AND WITH REAL RESULTS IN THE PRESENT AND THE FUTURE.

The history of energy production at Votorantim takes us back to 1912, when the Pilar Plant – currently SHP Votorantim – was inaugurated, which supplied energy to the cement and agglomerate plant Rodovalho, one of the companies run by Antonio Pereira Ignacio, who took over 1918, the Anonyma Fábrica Votorantim Society, starting the Votorantim Group.

Control room at Usina França, in the Juquiá Complex, in the 1960s. Photo by Hans Gunter Flieg.

But it was in the 1950s that this production went through a strong expansion cycle, with the construction of the first plant in the Juquiá complex (SP).

AND THIS STORY GAINED MUCH MORE THAN MEGAWATTS.

In the mid-20th century, Votorantim expanded its business with the creation of CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) and Brazil did not have energy infrastructure for its industrial pole in development. Producing energy to supply companies was the driving force for a visionary journey.

The inauguration of CBA in 1955, with the presence of then president Café Filho and then governor of São Paulo, Jânio Quadros. Also in the photo are Senator José Ermírio de Moraes and his son, Antônio Ermírio de Moraes.

From the initial investment in the 1950s and until the 1990s, hydroelectric plants were installed in the Juquiá Complex. And this story generated another one as important as for Brazil.

From the beginning, at a time when environmental awareness was not a current view and little was known about the consequences of environmental impact, it was understood that the preservation of the rivers in that basin was linked to the conservation of local biodiversity.

And the best way to protect the waters of the Juquiá River, which cross the Ribeira Valley, was to buy and protect the largest possible forest area on its banks. Over time, a series of closed forest properties were acquired around the company’s energy complex, adding up to thousands of hectares, which led to the formation of the largest private Atlantic Forest reserve in Brazil.

Em 2012, esse território, foi institucionalizado como Legado das Águas – Reserva Votorantim – e passou a fomentar pesquisas científicas, recebendo pesquisadores de instituições parceiras, sedia cursos e contribui para a recomposição e regeneração de áreas degradadas de Mata Atlântica dentro e fora do Vale do Ribeira.

Como dizia Antônio Ermírio de Moraes:

É possível crescer e preservar o planeta. Não há nada de contraditório

– Antônio Ermírio de Moraes

SAIBA MAIS

Votorantim Energia

Em 1996, foi constituída a Votorantim Energia(VE), que hoje opera as 24 usinas hidrelétricas próprias e participa, por meio de consórcio, de mais 9 usinas, além de 5 centrais de cogeração (Jacareí – SP, Três Lagoas – MG, Barra do Riacho, Aracruz – ES, Catanduva – SP e Niquelândia – GO), totalizando uma capacidade instalada de 2.604 MW.

O fotógrafo do desenvolvimento industrial

Algumas das fotografias que ilustram esta história e fazem parte do acervo do Memória Votorantim são de autoria do fotógrafo alemão Hans Gunter Flieg, que, aos 16 anos, migrou com sua família para São Paulo fugindo da política antissemita de Adolf Hitler.

No Brasil, Flieg se tornou um dos principais documentadores do desenvolvimento industrial e urbanístico que transformou a cidade em meados do século 20. Em 1945, ao abrir seu próprio estúdio, deu início a um período de quatro décadas de trabalhos comissionados para grandes empresas. Três anos depois, assinava todas as imagens do primeiro calendário fotográfico da Pirelli. Em 1951, foi o fotógrafo oficial da primeira Bienal Internacional de Arte, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Grande parte de seu acervo encontra-se hoje no Instituto Moreira Salles.